O podcast Ultrageek publicou episódio ULTRAGEEK 357 – TERAPIA COM RPG contendo um bate-papo com a doutora em Psicologia Clínica Paula Guimarães. Confira o bate-papo e sua tese de doutorado aqui!

Ela possui experiência na área de Psicologia Analítica, bem como atuação, sobretudo, nos seguintes temas: arquétipo e jornada do herói, processo de individuação, imaginação e fantasia, mitos e contos, dramatização, complexo cultural, Role Playing Games.

Em sua pesquisa, ela utilizou o RPG Dungeons & Dragons. Se quiser conhecer como uma partida desse jogo se desenvolve, assista um vídeo do RPG Next aqui.

Anúncios

Passei muito mais tempo da vida estudando em sala de aula do que lecionando. Sempre me pego pensando o que nunca funcionou direito para mim na época da escola, colégio e faculdade, bem como o que funcionava. Quando formulo uma teoria sobre isso, tento aplicar um método “aprimorado” em sala de aula. Mas não é tão simples assim, pois como todos nós sabemos, não se trata apenas de método de ensino “milagroso”, mas de uma porção de outras variáveis, como a motivação e conhecimento do próprio professor, infraestrutura da sala de aula, e o mais relevante, as motivações e desejos dos alunos.

Diante disso, a educação é um desafio constante. Saber ensinar, lecionar, passar conhecimento, desenvolver habilidades e competências não é uma tarefa simples e linear, e muito menos que depende apenas no professor. E por causa desse desafio difícil, me mantenho motivado, na maior parte do tempo, em tentar “solucionar esse problema”. E é justamente nessa palavra o “problema” que vários livros analisam e sugerem formas de conduzir atividades não apenas aos nativos digitais, mas a todos nós, pois afinal de contas, estamos dentro do mesmo barco, na mesma época, convivendo uns com os outros e dividindo as mesmas tecnologias, junto de toda a parte boa e ruim que vem com ela.

Um ótimo livro que recomento ler é “Games em educação: como os nativos digitais aprendem”, do Doutor João Mattar https://amzn.to/2O9opB9 que aborda o comportamento dessa geração e como os jogos têm forte influência sobre a aprendizagem.

Outro livro de igual relevância, é a obra “A Realidade em Jogo: Por que os games nos tornam melhores e como eles podem mudar o mundo” https://amzn.to/2O7EKpS, da Jane McGonigal, PhD em Design de Jogos, que aborda quais elementos dos jogos motivam os jogadores a investirem mais tempo no mundo virtual do que o real. E com base nisso, nos provoca a criarmos “mecanismos gamificados” para atrair e motivar pessoas a aprenderem e realizarem tarefas na vida real que possam trazer mais significado.

Para finalizar, acredito que entender o comportamento dos alunos é parte importante do processo de construir um método mais eficaz para a aprendizagem. No entanto, não podemos nos iludir de que iremos entender tudo a tempo de mudar algumas coisa, pois assim que estudamos sobre algo, na sequência vem uma enxurrada de novos desafios oriundos de uma nova geração. Com isso, é importante considerar a necessidade de se propor soluções e colocá-las em prática para experimentação e aprimoramento, constantemente.

Participei do episódio 28 do GGDevCast, onde bati um papo com parte de minha equipe do RPGNext, e a galera do GGDevCast.

Falamos um pouco dos jogos além do desenvolvimento de jogos e trocamos ideias sobre a importância de manter a mente aberta enquanto pensamos a respeito de nossas carreiras. Também conversamos um pouco sobre outras plataformas de desenvolvimento de jogos e outras formas de interagir com o mundo dos games.

Se quiser ouvir esse bate papo, basta acessar o link: 028 – OS JOGOS ALÉM DOS GAMES, COM O PESSOAL DO RPGNEXT

O GGDevCast surgiu da vontade de um grupo de desenvolvedores brasileiros (Raphael Lopes BaldiBruno “Tinnus” FerreiraFelipe Dal MolinLuiz Henrique Gomes Monclar Kamogawa e Juliano Britto Silveira) de dividir seus conhecimentos e experiências na área de desenvolvimento de jogos, buscando contribuir tanto com novatos quanto com veteranos da nossa indústria. Nosso interesse surgiu da aparente escassez de recursos em português. Sabemos que o conhecimento de inglês é extremamente importante para o desenvolvedor de jogos, mas acreditamos que é papel das pessoas mais experientes remover o maior número de barreiras ao aprendizado daqueles que buscam informação e formação. Acima de tudo surgiu como uma ferramenta para nosso próprio crescimento: não há nada melhor para o aprendizado do que a intenção de ensinar.

Depois de pouco mais de dois anos na gaveta (a ideia surgiu em 2015), vencemos a inércia e gravamos o primeiro episódio, já em um outro momento de vida. Como esperávamos, foi prazeroso, engrandecedor e, mais importante, nos mostrou a viabilidade do projeto.

Agora com a ideia amadurecida e o núcleo principal composto por Luiz Monclar (game designer), Raphael Baldi (programador) e Juliano Silveira (artista técnico), nossa intenção é construir relacionamentos com aqueles que encontram nos jogos a sua vocação, ao mesmo tempo em que crescemos pessoal e profissionalmente enquanto trazemos nossas conversas para você. Pretendemos manter a pauta recheada de assuntos relevantes e sempre que possível trazer convidados que possam enriquecer as discussões.

O programa tem um novo episódio todas as quintas-feiras e cada um deles tem duração aproximada de uma hora.

Para quem não conhece, o Podquest é um podcast brasileiro gravado por desenvolvedores da indústria internacional de games.

Recentemente foi publicado o episódio PodQuest #224: Respondendo Perguntas do Chat ao Vivo! que contou com a participação de ouvintes em um Chat ao vivo.

As perguntas feitas são muito pertinentes para quem está querendo entrar nesse mercado.

Vale a pena conferir as respostas!

http://www.podquest.com.br/2017/10/podquest-224-respondendo-perguntas-do.html

 

Durante a aula de pedagogia da Universidade Positivo, foi discuto o potencial de jogos na aprendizagem de matemática.

Seguem as fotos da palestra:

 

Foram discutidos princípios e fundamentos de design de jogos pedagógicos.

Foi um ótimo aprendizado para todos.

 

No meio da década de 90 tenho a boa lembrança de entrar em uma livraria, como eu fazia com certa frequência, acompanhado de minha mãe.

Era o começo do Plano Real onde 1 dólar também valia 1 real. Em outras palavras, nosso dinheiro comprava bem mais coisas e por menos dinheiro, se comparado com hoje.

Eis que me deparo com vários livros pequenos, mas com ilustrações fantásticas de criaturas e monstruosidades na capa. Fiquei perplexo!

 

Alguns livros da série Aventura Fantástica empilhados

 

Na época eu não sabia, mas o livro que eu acabara de adquirir (11. Planeta Rebelde) era parte de uma série de livros-jogos escritos pelos designers Ian Livingstone e Steve Jackson, onde a leitura não era linear e dependia das escolhas do leitor. Além disso, era preciso de lápis, borracha e dois dados de seis faces. No Brasil os livros tinham a marca “Aventura Fantástica”. Mais tarde descobri que a empresa original era inglesa e de nome “Fighting Fantasy“.

 

Planeta Rebelde – 11º livro da série Aventuras Fantásticas (Fighting Fantasy no original)

 

2d6 – dois dados de seis faces

 

Continuando… Isso era tão novo pra mim que, mesmo com o livro em mãos, ignorei as instruções iniciais e fui logo para o “capítulo 1”. E esse foi meu erro! Por ter pulado as instruções no início do livro eu não sabia que não se tratavam de capítulos, mas de “partes” de uma história.

Não entendi nada. Não conseguia compreender a história mesmo diante das frases como “para continuar pelo corredor norte, vá para 54. Para abrir a porta, vá para 13”. O que significava isso? Pensei , tentei, mas não conseguia compreender…

 

Dentro do livro jogo e suas partes

 

Depois de ler e reler parte após parte na sequência, fiquei frustrado e abandonei a leitura diante de uma narrativa incompreensível. Eu estava lendo o livro de forma errada. Culpa da minha ânsia em devorar a história de um livro com aquela ilustração de capa fantástica.

Por uns meses o livro ficou encostado, até que um dia um de meus amiguinhos na época havia comprado o mesmo livro! Só que diferente de mim, ele leu as regras e pôde ler o livro e divertir-se um monte. Ele me explicou tudo e aí minha cabeça explodiu. Cada livro desse tipo apresentava uma aventura que poderia não apenas ser lida, mas jogada sozinha! E assim eu passei a conhecer o termo “aventura solo”.

Nos meses seguintes, quando era possível, retornava da livraria sempre com um livro desses. Essa nova experiência oriunda da fantasia e da interação com os livros-jogos era incrível, mesmo para uma época onde o Super Nintendo estava em alta.

 

Algumas capas dos livros da série Aventura Fantástica


 

 

Ao longo dos anos que se passaram esses livros receberam suas versões para dispositivos móveis, o que deu uma sobrevida a eles. Em meados de 2010 a empresa Tin Man Games através da Game Book Adventures desenvolveu versões digitais de alguns livros-jogos da Fighting Fantasy.

 

 

Já em 2016 foi lançado na Steam o jogo digital The Warlock of Firetop Mountain, uma versão muito mais imersiva de jogo baseado no primeiro livro da série, chamado no Brasil de “O Feiticeiro da Montanha de Fogo”.

 

Primeiro livro-jogo da série Aventuras Fantásticas

 


 

Em 2017, depois de muito tempo afastado dos livros-jogos, a renascida Revista Dragão Brasil publicou em sua edição 119 uma curta aventura solo, chamada de “O Labirinto da Morte”, escrita por Athos Beuren e com ilustração de Walter Par.

 

 

Aventura Solo – O Labirinto da Morte – publicada na Dragão Brasil 119

 

Foi então que eu tive a vontade de unir a experiência de edição e dramatização sonora, dos podcasts do Tarrasque na Bota, com o texto da aventura solo. Para esse texto, eu queria gerar uma experiência sonora que chamei de ÁUDIO AVENTURA SOLO, ou seja, uma tipo de AUDIOGAME.

Fiz uma pesquisa na internet para saber se alguém já havia publicado esse tipo de áudio interativo, e para a minha surpresa não encontrei NADA, tanto em inglês quando em português! (se alguém souber de algo já publicado, por favor compartilhe no post!)

Iniciei então a edição dos áudios e a conversão para vídeos de Youtube.

 

Tela do software de Edição de Áudio

 

Tela do software de Edição de Vídeo

Tela do software de Edição de Vídeo

 

O próximo desafio era descobrir como permitir as escolhas ao final de cada parte da aventura. Para isso então foi usada a opção de inserção de vídeo da ” Tela final e anotações” do Youtube.

 

Tela Final e Anotações - Youtube

Tela Final e Anotações – Youtube

 

Pronto! Depois de horas de trabalho de gravação e edição, está aqui de forma INÉDITA, O Primeiro ÁUDIO Aventura Solo!!! E conversamos com a Revista DB que nos autorizou a publicar essa experiência sonora não oficial (Nossos agradecimentos! ;))

Experimente e deixe seu comentário.

Boa diversão!

 

 

Se quiser deixar um feedback sobre sua experiência, além de escrever no post, preencha também esse formulário. É bem rapidinho! Obrigado!

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeqQGFFGqIbo-bwC6P3owjAm45gezFJEs56XEYzFLh27Q_GDA/viewform

 

Rogue Seas é um jogo de piratas onde você controla uma embarcação em uma aventura atrás do pirata maligno que atacou seu vilarejo. No decorrer do jogo você irá encontrar monstros marinhos, piratas sanguinários, relíquias esquecidas, outros vilarejos, tesouros e muito mais.

Algumas coisas que você pode fazer em Rogue Seas:
  • Enfrente outros piratas e monstros em um sistema de combate rápido onde seu sucesso depende de suas habilidade.
  • Encontre armas mais fortes, cascos mais resistentes, velas mais rápidas e melhore seu barco e esteja preparado para quaisquer problemas que você pode encontrar em sua jornada.
  • Administre sua tripulação, encontre melhores equipamentos para eles e os suba de nível para liberar novas habilidades. Cada membro da tripulação tem uma profissão que te ajudará de alguma maneira.
  • Explore ilhas tribais e lute contra animais selvagens para encontrar tesouros.
  • Descubra cidades em um mundo gerado proceduralmente. Ajude seus cidadãos, contrate novos tripulantes, ouça rumores e conserte seu navio.
  • Melhore seu vilarejo natal com melhorias permanentes conforme você progride pela aventura.
  • Desvende segredos enterrados há muito tempo, que foram esquecidos com o passar do tempo.
Enfrente os desafios e conquiste uma reputação que irá ecoar através dos mares!

 

QUER QUE ESSE JOGO SE TORNE REALIDADE?
VOTE AQUI!

 

 

 

Olá senhoras e senhores e bem-vindos a mais uma entrevista. Hoje bateremos um papo com o Rafael 47 do RPG Next.

Melhores Momentos do 1º Ano:
http://rpgnext.com.br/podcast/episodi…

Se quiser ajudar o projeto Tarrasque na Bota e ainda contribuir com ações sociais sendo um Guerreiro do Bem, visite o link do Padrim link:
https://www.padrim.com.br/rpgnext

Conheça o site do RPG Next:
http://rpgnext.com.br/

Feed do Tarrasque na Bota:
http://rpgnext.com.br/category/tarras…

Redes Sociais do RPG Next:
http://facebook.com/RpgNextPage
http://www.facebook.com/groups/rpgnext
http://twitter/RPG_Next
https://www.youtube.com/c/RPGNextChannel

 

Canal do Youtube do Angry Gamers
https://www.youtube.com/channel/UC2IC-g_vmXErqLEKHXNIqcw

Que conhecer o chat do Discord do Angry Gamers?
https://discord.gg/XGtMBGU
Facebook do Angry Gamers:
https://www.facebook.com/angrygamers3
Twitter do Angry Gamers:
https://twitter.com/angrygamers_br

Anjos & Dragões é um jogo de cartas expansível. Semelhante aos jogos de cartas colecionáveis (como Magic The Gathering, Pokémon Trading Card Game e Yu-Gi-Oh!), mas sem compra aleatória. É uma única caixa contendo 4 baralhos diferentes, cada um representando uma facção do jogo. Luz, Sombra, Fogo e Terra.

O jogo foi divulgado em 2015 recebendo muitos elogios por sua jogabilidade, mas duras críticas quanto a seu visual Anime e Mangá, conforme anunciado na página do jogo:

Durante o período de divulgação e avaliação realizado nos últimos meses foi unânime a opinião, tanto dos jogadores como da mídia especializada, de que o jogo seria melhor se as ilustrações tivessem uma qualidade gráfica superior. Especificamente, se todas as cartas com visual Anime/Mangá fossem semelhantes as cartas de Evolução, com um traço mais maduro e realista.

Baseado nesse desejo de melhorias tomamos a dura decisão de adiar o lançamento do jogo indefinidamente até que seja possível arcarmos com a produção de todas as ilustrações nesse nível de qualidade.

Assim, o visual foi totalmente aprimorado. E o resultado está diante de seus olhos.

Terra 02 Terra 01 Sombra 03 Sombra 02 Sombra 01 Luz 03 Luz 02 Luz 01 Fogo 03 Fogo 02 Fogo 01 Terra 03

O visual realista das evoluções foi implementado em todos os personagens, que também receberam um novo layout exclusivo para cada facção mantendo o visual “Full Art” onde a ilustração aparece por toda a carta.

Novamente, os autores desejam saber a sua opinião. Gostou? Desgostou? Entre na página oficial do jogo e dê a sua opinião.
Se gostou das melhorias, curta a página do jogo e continue acompanhando o projeto.

https://www.facebook.com/Anjos-Drag%C3%B5es-236907263169608/?fref=ts

Um grupo de jogadores de RPG (mais especificamente o D&D 5 edição) lançaram recentemente em 2016 uma campanha de Financiamento Coletivo com metas principais em Ações Sociais.

Para quem nunca ouviu o termo antes, o Financiamento Coletivo é um termo originado do inglês “Crowdfunding” que significa:

A prática de financiar um projeto através de contribuições monetárias de um grande número de pessoas , que hoje em dia vem sendo muitas vezes realizada através da internet.
O modelo de crowdfunding é baseada em três tipos de atores: o autor do projeto que propõe a ideia e/ou projeto a ser financiado; indivíduos ou grupos que apoiam a ideia; e uma organização de moderação (a “plataforma “), que reúne as partes para lançar a ideia. – Wikipedia

O grupo é conhecido como RPG Next e seu principal conteúdo são áudios (podcasts) originados das gravações das partidas com o jogo. Os áudios são dramatizados com efeitos sonoros e músicas de fundo. Todo o tema é de fantasia medieval e os jogadores em vários momentos não se levam muito a sério, tornando a experiência de ouvir a aventura bastante divertida.

Ação Social

Basicamente a ideia do grupo para financiar o projeto foi a de usar a maior parte do financiamento para realizar doações através de produtos em instituições de caridade. Essa ação está detalhada no próprio site da organização moderadora, chamada de PADRIM.

O vídeo do youtube sobre a campanha resume um pouco as intenções do projeto:

Dica!

Se quiser ouvir algum áudio que mostre um pouco o trabalho realizado até agora e que explique a campanha de financiamento coletivo do grupo, ouça esse áudio no Youtube: Episodio de Aniversario de 1 Ano RPG Next 2015 a 2016

Que conhecer mais?

Há diversas formas de conhecer o material que esse grupo de jogadores produz na internet.

  1. Acessando o site: RPG Next em http://rpgnext.com.br/
  2. Acessando o iTuneshttps://itunes.apple.com/br/podcast/rpg-next-podcast/id992659744?mt=2
  3. Acessando um post do Parada Geek: RPG Next – o podcast para quem é fã de RPG
  4. Acessando o Facebook: http://facebook.com/rpgnextpage 
  5. Acessando o canal RPG Next do Youtube para ouvir os episódios e uns áudios propagandas hilários.
  6. Campanha do Financiamento Coletivo no site do Padrimhttps://www.padrim.com.br/rpgnext